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CD/DVD

A Campanha ‘Vamos gravar esta ideia!’ juntou vários parceiros – a Chronopost, a Quercus e a Agência Portuguesa do Ambiente - e lançou as bases para operacionalizar a recolha seletiva de CD e DVD em território continental. 

A recolha seletiva de CD/DVD usados poderá ser efetuada através da Rede Pick me! da Chronopost (http://www.chronopost.pt/pick-me/rede-pick-me), que inclui 420 lojas de norte a sul. Assim que possível, será alargada a outros locais, nomeadamente a grandes superfícies comerciais. Serão disponibilizados, para o efeito, contentores próprios individualizados, em cartão, de forma a evitar o acesso aos consumíveis já depositados.

 

Além dos cidadãos a título individual, qualquer entidade poderá também entregar, sem custos, os seus CD/DVD usados nestes pontos, sendo que, no caso de grandes quantidades, estes devem ser entregues diretamente no armazém da Chronopost. Quanto às respetivas caixas, a sua entrega deve ser feita em separado, pelo facto de serem compostas de materiais/plásticos diferentes.

 

O destino final para efeitos de valorização será, por sua vez,  assegurado por operadores de gestão de resíduos devidamente licenciados.


Desta forma, criou-se uma alternativa com valor acrescentado, de longe preferível ao encaminhamento indiferenciado que até então se verificava, cujo destino final era a deposição em aterro ou a incineração destes resíduos.

Além de contribuir para uma gestão mais eficiente dos recursos, este esforço de reciclagem trará também vantagens para a biodiversidade, já que a totalidade das receitas reverterão para projetos na área do ambiente, nomeadamente na plantação de árvores pela Fundação Floresta Unida.

De modo a viabilizar esta campanha, foi publicada em Diário da República a Portaria n.º 75/2014, de 21 de março, configurando o carácter excepcional dos procedimentos implicados na mesma relativamente ao regime de gestão de resíduos vigente.

 

Embora se tenha assistido a uma diminuição na utilização de alguns suportes de informação descartáveis, como são os CD e DVD, devido à sua substituição por tecnologias mais modernas de armazenamento de informação, não deixa de ser relevante identificar um destino adequado para os mesmos. Por não constituírem um fluxo especifico de resíduos per se, os consumíveis informáticos não dispõem, no seu fim de vida, de um circuito de recolha, tratamento e valorização adequados, acabando frequentemente por ser depositados juntamente com os resíduos indiferenciados.

Os CD e DVD são fabricados de policarbonato (polímero termoplástico), tendo uma camada de alumínio de 55 a 70 microns e uma outra de verniz com uma de impressão de cerca de 20 microns.

Apesar do plástico em questão – o policarbonato – ser 100% reciclável, o problema residiu, até agora, na dificuldade da recolha, principalmente pelo facto da produção destes resíduos ser muito dispersa e modesta por habitante.

 

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