Organizações e cidadãos juntaram-se em barragem humana pela Linha do Tua
 em Lisboa


A linha ferroviária do Tua tornou-se uma marca de uma interioridade de notáveis paisagens e gentes e uma marca turística que interessaria ao país proteger e promover. Uma paisagem que é Património da Humanidade. Essa linha ferroviária está ameaçada pela subida das águas da barragem de Foz Tua, em construção. Os últimos 16 quilómetros da ferrovia vão ficar inutilizados pela barragem que está a ser já construída a pouco mais de mil metros da foz do rio Tua, entre Carrazeda de Ansiães e Alijó.


O Plano Nacional de Barragens, com a construção da barragem de Foz Tua em curso e a condenação a curto prazo da linha ferroviária do Tua, ameaçando ainda o Alto Douro Vinhateiro e o respetivo Património da Humanidade constituem “ajudas” que o país e as populações que irão ser afetadas não precisam. A longo prazo, ameaçam isolar ainda mais essas comunidades e as suas fontes tradicionais de rendimento, onde a identidade e a paisagem cultural desse território seriam mais-valias extraordinárias para a criação de um destino turístico de elevada qualidade. Sete razões objetivas para parar a construção da barragem de Foz Tua:

1. Não cumpre os objetivos.
2. Não é necessária.
3. É cara.
4. Há alternativas melhores.
5. É um atentado cultural.
6. É um atentado ambiental.
7. É um atentado social.

Ainda há tempo para parar este projeto danoso para as populações locais, para a economia e ambiente do país e para a nossa identidade nacional. Ainda há tempo para proteger a paisagem única e todos os ecossistemas que a zona de Foz Tua alberga.

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