CTT assinam com a Quercus protocolo para a reflorestação do Monte Barata

Os CTT Correios de Portugal e a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, vão assinar um protocolo segundo o qual os CTT se comprometem a apoiar financeiramente a reflorestação de espécies autóctones na área do Monte Barata, que está a ser desenvolvida pela Quercus.

 

O acordo será assinado por Pedro Coelho, vice-presidente dos Correios, e Hélder Spínola, presidente da Direcção Nacional da Quercus, na próxima sexta-feira, dia 23 de Novembro, às 15h30, nas sede dos CTT, Rua de São José, nº 10, Lisboa. 

 

Este investimento dos CTT na florestação do Monte Barata destina-se a compensar as emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE) das viaturas dos CTT usadas nas deslocações para o encontro de dirigentes dos Correios que se realizou em Viseu entre 20 e 22 de Setembro. 

 

O Monte Barata é uma herdade com cerca de 410 hectares pertencente à Quercus. Situa-se no concelho de Castelo Branco, freguesias de Malpica do Tejo e Monforte da Beira e está integrada no Parque Natural do Tejo Internacional. É constituída essencialmente por áreas de montado de azinheiras e sobreiros, com árvores de grandes dimensões, olival e várias linhas de água. Entre a fauna da região, rica e variada, encontram-se desde os veados e javalis até aos abutres (grifo, abutre-negro e abutre do Egipto), à águia-real, águia de bonelii e à cegonha-preta. No Monte Barata, a Quercus desenvolve actividades de conservação do espaço florestal, conservação e fomento de fauna e flora, turismo natureza e educação ambiental.

 

Os CTT contribuirão para a florestação da herdade da Quercus num montante equivalente ao custo aproximado de compensação das emissões libertadas pelas deslocações automóveis para o encontro de dirigentes em Viseu. 

 

Para os CTT, a assinatura deste protocolo com a Quercus é mais uma demonstração do crescente empenhamento da empresa nas causas ambientais, área em que a empresa tem a desenvolver iniciativas de prevenção e minimização de impactes, nomeadamente através da modernização da frota automóvel e da optimização da sua exploração (reflectida na escolha de novos percursos e em cursos de condução defensiva ministrados aos seus condutores) do teste de combustíveis alternativos e do reforço da eficiência energética dos edifícios.

 

 

 

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