Observações:
- As inscrições serão consideradas por ordem de chegada.
- Máximo de participantes na actividade: 30 pessoas.
- As inscrições devem ser efectuadas para
educacaoambiental@quercus.pt- Informações através 93 778 84 73 e 93 525 00 77
- No acto de inscrição, os voluntários devem indicar o nome completo, a data de nascimento e número de contribuinte para efeitos de seguro de grupo.
Programa:9h30m - Chegada ao local – recepção (Peninha)
9h45m – Breve enquadramento e descrição das actividades
10h00 - Inicio das actividades
13:00 - Almoço
14h30m - Reinício das actividades
18h – Fim das actividades
Descrição da Actividades- Controle de exóticas com arranque de pequenas acácias e remoção de lenho dos cortes efectuados anteriormente e de alguns que se possam fazer no próprio dia. Nesse sentido teremos a presença de alguns profissionais a dar apoio a essas tarefas mais pesadas e que implicam o uso de maquinaria (motoserras e motoroçadora).
- Embora a Quercus tenha optado por não efectuar plantação de árvores nesta altura do ano visto já ser tarde tendo em conta as características do nosso clima, as condições climáticas deste local bastante húmido permitem que façamos ainda uma plantação de carvalho-negral neste dia.
- Haverá ainda lugar à remoção de resíduos de diversa ordem que aparecem no local.
- Manutenção/reparação das placas informativas e vedações.
Outras informações:TransporteA partir de Sintra segue-se para o Linhó com desvio para a Serra mais à frente à direita na estrada para a Malveira da Serra que passa na Penha Longa. Depois não se chega à Malveira pois há desvio à direita a indicar a Peninha já perto daquela povoação. Mais à frente já em caminho florestal na nova bifurcação virar à esquerda para a Peninha e estacionar na última clareira.
AlmoçoCada participante deverá levar a respectiva alimentação e água para o dia.
No local existe um edifício de apoio, onde pode ser utilizada umas das salas para almoçar, com mesas e cadeiras, dispondo também de sanitários.
Caso as condições do tempo o permitam o almoço poderá ser efectuado no exterior, em regime de pic-nic.
VestuárioOs participantes deverão levar roupa confortável e calçado adequado para trabalho de campo, incluindo chapéu.
Luvas e outros materiais serão fornecidos pela Quercus no próprio local da actividade.
SeguroA todos os que se inscreverem até ao final do dia 18, estará garantido um seguro de grupo a efectuar pela organização.
Informação complementar:
- No final da actividade, será distribuída informação sobre a nossa actividade e relativa à micro-reserva da Peninha, em particular.
- As actividades a realizar no local serão orientadas por elementos da Quercus.
- Esta iniciativa encontra-se integrada no Ciclo de Actividades Ambientais a realizar durante 2010 no âmbito da parceria com a SOLINCA.
SOBRE A MICRO-RESERVA BIOLÓGICA DA PENINHANo inicio de 2006, foi lançada a campanha para a criação de uma micro-reserva na Peninha na área do Parque Natural de Sintra-Cascais.
As espécies que justificam a nossa intervenção são as seguintes: a Armeria pseudarmeria (Cravo-romano) endemismo lusitano, restrita aos solos graníticos e basálticos da Península de Lisboa, Juncus valvatus, endemismo lusitano, restrito ao litoral centro do país, ocorre na encosta da Peninha em linhas de escorrência, onde é raro, Rhynchosinapis pseuderucastrum subsp. cintrana, endemismo lusitano restrito às áreas montanhosas do litoral centro do país, Dianthus cintranus subsp. cintranus (Cravo-de-Sintra), endemismo da região de Sintra, é relativamente frequente nas linhas de festo da Peninha e em afloramentos rochosos e Ulex jussiaei subsp. congestus, endemismo lusitano, restrito ao litoral centro do país, é frequente na Peninha.
Salienta-se ainda a presença de um núcleo populacional de Phyllitis scolopendrium (Língua-de-veado), espécie escassa em Portugal, particularmente no Sul do país.
Do ponto de vista dos habitats naturais, salienta-se a proximidade da maior mancha de carvalhal do PNSC (Habitat 9230 do Anexo I da Directiva Habitats, Carvalhais galaico-portugueses de Quercus robur e Quercus pyrenaica). As medidas de gestão passam por controlar os acessos e o pisoteio, colocar informação e controlar as exóticas infestantes.