#40 dias sem plástico

Termina o desafio dos #40 DIAS SEM PLÁSTICO

 

andreas weiland 252618 unsplash

Cada um dos 40 desafios lançados pela Quercus durante os dias da quaresma promoveu em média mais de 7.800 reações, mais de 3.500 partilhas e alcançou diariamente mais de 17.800 pessoas. 

 

Este desafio foi realizado no âmbito de uma Campanha ambiental Europeia que visava a redução do uso de plástico descartável e a adoção de modos de vida mais amigos do Ambiente, com o objetivo de minimizar a poluição marinha. 

 

Nas ações de sensibilização levadas a cabo durante a Campanha dos #40 DIAS SEM PLÁSTICO foram realizados inquéritos aos comportamentos dos participantes, face ao uso de descartáveis e à reciclagem de resíduos. 

 

As conclusões, numa amostra de 300 pessoas, permitiram demonstrar que apesar de 95,9% dos participantes conhecerem o problema ambiental do uso de descartáveis e dos microplásticos, apenas 49,6% mudou o seu comportamento adotando melhores práticas no seu dia-a-dia. 

 

Por outro lado, 22,6% não conhecem as alternativas ecológicas aos descartáveis (como os sacos de pano, escovas em bambu, garrafas reutilizáveis ou palhinhas em inox). 

 

A maioria dos inquiridos tem dúvidas em identificar os produtos que contém microplásticos, por outro lado 65% não sabe identificar quando os plásticos são recicláveis. 

 

Foi ainda possível verificar que continuam a existir muitas dúvidas sobre que resíduos podem ser colocados no ecoponto amarelo, com 78% dos inquiridos a acreditar que pode colocar cápsulas de café e 22,5% a achar que não pode colocar pacotes de leite. 

 

O consumo de produtos descartáveis está a crescer, estima-se que só em palhinhas sejam consumidos nos restaurantes Portugueses anualmente palhinhas suficientes para dar a volta ao Planeta cinco vezes. A situação não é animadora, estudos recentes mostram que 259 milhões de copos de café, 10 biliões de beatas de cigarros, 40 milhões de embalagens de take-away, 1 bilião de palhinhas de plástico e 721 milhões de garrafas descartáveis.

 

O grande problema dos plásticos e das partículas de plástico é que elas não ameaçam apenas a biodiversidade marítima, mas, como entram na cadeia alimentar dos animais, entram na cadeia alimentar dos humanos, podendo colocar a nossa saúde em risco. As micropartículas de plástico encontram-se no sal, em algas, peixes e aves.

 

Os plásticos são fabricados a partir do petróleo e demoram entre 200 a 400 anos a desaparecer do meio natural, tendo o seu fabrico várias questões ambientais associadas.

 

 

Lisboa, 1 de abril de 2018

 

 

 

 

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