• Centros de Recuperação de Animais Selvagens

    Conheça o trabalho dos Centros de Recuperação de Animais Selvagens da Quercus e saiba de que forma os pode apoiar! A sua ajuda é importante!

  • Centros de Recuperação de Animais Selvagens

    A Quercus gere três Centros de Recuperação de Animais Selvagens: Castelo Branco, Montejunto e Santo André. Conheça o trabalho desenvolvido e saiba como os pode apoiar!

  • Apadrinhe um animal em recuperação!

    O apadrinhamento de um animal é uma forma original de conhecer e colaborar na preservação de diferentes espécies de fauna selvagem.

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Apresentação

Conheça o CERAS

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O Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens (CERAS) é um projecto gerido pelo núcleo regional de Castelo Branco da Quercus, com o apoio da Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESA) e de outros mecenas particulares, tendo como principal objectivo recuperar animais selvagens debilitados e devolvê-los ao meio natural.

 

Fevereiro 1999: fundação do CERAS
Não existindo, nessa altura, nenhum centro de recuperação de fauna selvagem num raio de centenas de quilómetros e sendo uma necessidade premente a prestação, a tempo inteiro, de cuidados continuados à fauna afectada, um grupo de amantes de natureza, na sua maioria alunos da ESACB (Escola Superior Agrária de Castelo Branco) e membros da Quercus, lançaram mãos a obra e iniciaram este ambicioso projecto. Da vontade à realidade foi um passo e no dia 4 de Fevereiro desse ano dava entrada um Mocho Galego, nas então recentes instalações do centro. Este viria a ser o primeiro de entre centenas de animais que chegam anualmente ao CERAS.

Nesse ano entraram 30 animais no CERAS. Este número aumentou, gradualmente, ano após ano, até uma média de 150 animais ano. O Ceras funciona exclusivamente com trabalho voluntário desde 1998, ao longo destes 14 anos já recebeu mais de 1700 animais selvagens, contando com uma taxa de recuperação média de 60% de animais devolvidos à natureza. 

 

 

 

 

 

Instalações
As instalações do CERAS estão maioritariamente direccionadas para aves, dado que este é o grupo faunístico com mais registos de entrada no centro de recuperação.

Actualmente as principais infra-estruturas são:


  • Enfermaria – sala para avaliação e tratamento veterinário dos animais. Está equipada com diversos equipamentos. Possui ainda outros materiais de apoio, como material de contenção, de manuseamento, de anilhagem e de recolha de amostras;

  • Internamento – sala com aquecimento e controle de luminosidade, onde podem ser contidos animais em três caixas de grande dimensão e duas de pequena. Aqui são colocados animais que necessitam de isolamento ou restrição de movimentos, para tratamento ou observação;

  • 4 câmaras de recuperação – pequenos compartimentos exteriores, construídos em cimento. Estas instalações permitem vigiar os animais, mantendo-os em situação de repouso. Destinam-se a animais que não necessitam de aquecimento, nem de tratamentos continuados e que já se alimentam sozinhos. Por vezes também são utilizados como quarentena para animais de grande porte, como os grifos. São as únicas instalações com capacidade para conter mamíferos;

  • 4 câmaras de muda – compartimentos exteriores de média dimensão, revestidos a rede. Destinam-se a animais que não estejam imobilizados, que não necessitem de tratamentos e que se alimentem autonomamente, permitindo-lhes uma maior estimulação que as câmaras de recuperação e, em alguns casos iniciar o treino do voo;

  • 4 túneis de voo – Instalações exteriores de grande dimensão, revestidas a rede. Destinados aos animais em fase final de recuperação, permite exercitar o voo e a caça em condições semelhantes às que encontram na Natureza; actualmente o ceras tem 1 túnel com 15m por 8m largura, 2 túneis com 15m x 4m;

  • 1 túnel 25m x 30m com 10m altura, que permite voo circular mesmo a aves de grande porte como abutres e cegonhas.

  • Biotério – compartimento destinado à produção de alimentação viva para os animais em recuperação. Em 2006 a produção restringiu-se à criação de ratos. A possibilidade de fornecer alimento vivo é muito importante na fase de pré-libertação, pois permite avaliar a capacidade de caça dos animais e, ao fornecer uma alimentação mais parecida coma a existente na Natureza, melhoram-se simultaneamente as hipóteses de sobrevivência dos indivíduos;

  • Arrecadação – divisão onde se encontram armazenados diversos materiais de manutenção e construção e ainda 4 arcas congeladoras (2 com alimentos congelados e 2 com cadáveres e amostras).

  • Zona de lavagem e preparação alimentação – Zona preparada para a lavagem de caixas, utensílios e onde se procede a preparação de alimentos.


O CERAS utiliza ainda um conjunto de instalações e equipamentos da ESA (Escola Superior Agrária) nomeadamente laboratórios, sala de necropsia, auditórios, autocarros, etc.

  

 

Envolva-se!

 

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Apadrinhe a recuperação de um animal selvagem num dos Centros da Quercus! O apadrinhamento é uma importante fonte de receita para os nossos hospitais de fauna, cujo trabalho é suportado em grande parte por voluntários.
 
 
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A manutenção de um Centro implica muitos gastos em despesas de alimentação, manutenção de instalações, materiais, tratamentos e funcionários. Os donativos de materiais e medicamentos são também uma forma de ajudar.


 

                                               

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